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Meu e Teu Tempo

"O importante não é o que fazem de nós, mas o que nós próprios fazemos daquilo que fazem de nós"

O Lugar dos Sonhos

 

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Trago comigo um doce de sonhos, mas muitos labirintos, por onde me perco constantemente...
Quero gritar mas o meu silêncio, obriga-me a engolir gritos que não consigo parar.
No seio da multidão alimento-me de sonhos perdidos, e das nuvens que surgem pelo Verão.
O meu silêncio neste meu corpo quente, ardente, com vida, inquieta-me e perturba-me.
Hoje o meu silêncio olhou e pousou no Céu, carregou toda a ternura e de seguida
toda a angustia, toda a raiva e pintou-se de vermelho, sussurrou-me palavras dolorosas
e depois como se nada fosse, deixou-me à deriva e fez-se ao mar...
O meu Silêncio existe sim nos segredos das ondas, no infinito em que o Ceu
pode beijar o mar, mas nunca nos olhares brilhantes, esses são livres e os seus
gritos levam até a uma rouquidão e alivio profundo da Alma.
Sei dessa Liberdade, sei das tuas mãos quentes nas minhas geladas e morbidas.
Como os poetas errantes perco-me no Meu Tempo, fecho os olhos
corro, salto e grito com toda a minha força...até ao delirio total.
Sinto-me cansada rodeada de uma Primavera Eterna, os cheiros doces
das flores que bem me fazem!!!... sinto, o cheiro do rosmaninho...
As nuvens de algodão olham-me  de cima, transformam-se em corações
só para me fazerem sorrir e esquecer o sabor por vezes dificil da minha existência.
Este é um lugar unico...o lugar dos sonhos!
 
 
Beijos Doces em formas de corações
da Madalena
 
O Lugar dos Sonhos 
18.08.2008 
 
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...
 
do talentoso e amigo que gosto tanto
nuvensnoaquario
 
Brinco às nuvens
e
corações
de pêlos longos
e antenas no ar
acorrentado
à vontade
e escravo do desejo
da ideia de sermos
UM
...
 
GonçaloMartins
 
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Sopro de Vida

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Sopro de Vida 

   

Todos os dias percorro as
 
pedras da calçada da minha rua
 
é ingreme e dolorosa, sinto o
 
cheiro ao vazio da vida que me
 
cerca e corroi a minh?Alma
 
As minhas mãos sinto-as sempre
 
geladas, arroxeadas, ando de
 
mão dada com o vento frio aqui
 
da minha Terra, ele não me larga
 
Tudo hoje me pareceu distante,
 
até a lua, se escondeu de mim.
 
Os meus olhos fixam-se em
 
Olhares que não vejo, nem
 
sinto, não tenho ainda respostas
 
para as minhas constantes perguntas
 
Escuto o silêncio da noite, hoje as
 
nuvens desceram do Ceu para
 
me vir fazer companhia, até
 
o eterno capitão Gancho deu uma
 
enorme e malvada gargalhada.
 
Ignoro.
 
Tento escutar o silêncio, as palavras
 
que escrevo sobre o papel branco
 
da vida.
 
Preciso de um sopro mágico de
 
vida, onde a fantasia,
 
me faça eternamente menina.
 
Um sopro de vida?
 
Madalena
 
13.08.2008
 
 
 
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o frio gelou o meu coração.
 
uma noite densa estendeu os braços
 
que não vejo
 
quando uns olhos se fecharam
 
agora as palavras surgem brancas
 
como um inverno
 
e pouco mais sei dizer
 
senão que estou de pé
 
 dentro deste síto de ninguém.
 
( talvez um sopro me dê vida, no paradoxo do que à vida dou o nome...)
 
 
14.08.2008
 
 
 
Quem sabe, se pelas calçadas o silencio não revele o seu verso...
 e que sem o saberes, ao escreveres o próprio silencio está escrevendo contigo,
o que na calçada foi visto e sentido?? 
 
 
15.08.2008
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Apesar de ser envenenada...
 
Nós mulheres ficamos
sempre encantadas com flores  
Gostei muito!!!
Esqueço  o veneno e concentro-me
apenas na beleza da Flôr.
Imagino uma bela Camelia...
e a  seguir uma arvore cheia delas.
 
Beijo*
  
 
 
o Gonçalo
 
 
 
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Tempo

 

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Tempo 
 
 
As ruas da minha cidade
 
abriram as portas para
 
me ouvirem chegar
 
As memórias são sempre
 
as mesmas em cada
 
esquina da minha Cidade.
 
Lava-me a alma, vento
 
de mim, rente a mim
 
Sinto-te e doi-me porque
 
me perco a cada minuto
 
que te respiro sem veto nem glória.
 
Lava-me a Alma, neste silêncio
 
em que me me deixo ficar,
 
entre a minha solidão e as
 
gentes da minha Terra.
 
Fecho os olhos, saberei de
 
mim novamente no deslumbramento
 
do Horizonte em que o Ceu beija
 
a Terra, vagueio á toa, na Paz
 
que se rebela contra mim.
 
Sinto o Silêncio dos olhos, as palavras
 
são poucas no meio da multidão
 
que me cerca e me faz Delirar.
 
Lava-me a Alma, não quero
 
ficar entre o que fica e o que
 
partirá, quero Renascer!
 
Leva-me e traz-me como uma
 
onda, preciso adormecer os
 
meus cansaços...
 
Abrir as janelas ao horizonte
 
porque vale o Sol, o Beijo
 
doce de uma criança
 
as tuas mãos nas minhas
 
vale o meu Tempo
 
Adormeço.
 
Palavra a palavra quero
 
Minh'Alma lavada.
 
Quero o que Tu queres
 
Sorrir para o Horizonte.
 
Madalena
 
(7/08/2008)
 
 
 
 
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o GonçaloMartins
   
 
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Libertam-se entre Gritos

 

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Libertam-se entre Gritos
 
 
Sentimentos são  frutos

E nós provamos de tudo um pouco

Gostos agres, gostos doces
 
Por vezes vindo aos pares

Baralhando o paladar

Ou esgotando-o de tanto o usar

E onde se alojam esses sabores?

Nos espelhos da nossa alma

No labirinto do nosso coração

Nos corredores da nossa mente

E que poder tem sobre nós?

Sobre a alma, o coração, a mente?

Gostos agres que vão selando o olhar

Gostos doces que estimulam o sorriso

Que não querem caber na nossa caixinha

Ansiando por uma libertação

Por um grito de liberdade

Querendo sempre deixar a sua marca

Não se querem guardar na mente

Não se querem guardar no coração

Querem viver para sempre presentes

E não aceitam o seu esquecimento

E sem nos dar por conta

Fogem por um distraído suspiro

Em tons de confissão

Libertam-se entre gritos

Ao sentirem corações longínquos

Para que se consigam escutar

Através de toda a exaltação

Libertam-se em beijos

Libertam-se em calmas palavras

Ao sentirem irrigações perto das suas

Não sendo preciso empregar

Palavras bradadas

Apelando ao entendimento

Apelando que os oiçam

E se preciso for

Apelando que os ajudem

Mágoas, alegrias, tristezas, lágrimas,
 
... estas também se cansam

De viver presas em espelhos negros

De viver assombradas em único ser

Procuram então corações próximos

Alimentando-se ao sugar seu paladar
 
Procuram encontrar um novo refúgio
 
em mim, ou em ti...em qualquer
 
um que perca as suas asas e até
 
os anjos as perdem no Mundo!
 
Beijo***
 
Madalena
 
1/08/2008 

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Grazie  !!!
 
No aspettatto this Award
bacio Fragola.
 
 
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Ao Acordar

 

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Ao Acordar

Hoje ao acordar vou encher os regadores

de água e voltar ás minhas flores,

não estão tão bonitas...como antes ...

ficam no esquecimento, ao longo do tempo.

Para ficarem como eu gosto  têm de ser

regadas  todos os dias, olhar para elas

 falar com elas com carinho?, tenho de

estár tranquila, sem o peso que me abate

todos os dias, nas ruas da minha cidade.

Hoje vou abrir as portas das varandas,

ver o Sol brilhar, Dou conta: temos Céu alto.

Dou conta: as aves voam, ouço os passarinhos

cantar, vou sentir os cheiros doces do Verão.

 Olhár o  Céu  Infinito  profundamente Belo .

Sinto que existem dias que me beija 

com doçura e  escuta com paciência  os

meus Lamentos, Angustias, Tristezas, nos 

dias dificeis em que não quero levantar.

São muitos, gostaria de verdade que fossem menos.

 Quando acordar, quero sorrir e desejar que a

Saudade se faça ao mar e seja levada pelos

ventos, porque não a quero sentir!...

O teu nome não soará ao vento, no sussurrar

das ondas, por entre os reflexos das minhas

flores.Não.A tua voz e os teus beijos não serão

sonhos que enfeitam os caminhos.Não.

Seremos todos juntos.Sim .Em Breve.

Por trás deste silêncio mais profundo,

Dou conta: o coração me está a bater.

Madalena

(16/07/2008)

 

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Tirei aqui sou culpada

 
  
 

        

 

 

... quando regamos os canteiros das nossas peles,
 
os canteiros que habitam o coração, os canteiros que se pousam sobre a boca...
 
então temos um dia realizado... antes de todos os outros canteiros, temos os
 
 nossos que precisam ser regados, para que então possamos regar outros canteiros...
 
 
 
 
" não quero, Oh Senhor, ser um lago. os lagos são tristes. nem sabem,
 
 Oh Senhor, que os rios existem. por isso, Oh Senhor, peço-vos o rio
 
 porque o meu destino é o mar! é disso que sou feita, é aí que a saudade me habita!"
 

(19/07/2008)

NãoSouEuéaOutra

Gostei muito...como sempre o meu beijo!

Madalena

 

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"Ensina-me o Caminho...Depois te Guardarei!"

 

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"Ensina-me o Caminho...Depois te Guardarei!"

 

Pelas ruas da minha cidade, os sentimentos

são sempre os mesmo...

Os meus olhos, penetrantes deixo-os sempre

nos sorrisos francos, nas janelas abertas e nas

floristas que expoem os seus belos trabalhos

ás portas colorindo e alegrando as ruas da minha

Cidade.Lembro-me de outros tempos naquelas

mesmas ruas, onde a voz da Serenata me fazia

corar e sorrir, se tivesse flores atirava, ou uns

rebuçados para adoçar tão belas vozes da minha

Tuna Academica...da Universidade Católica Portuguesa.

Tantas horas(felizes ou infelizes) em retalhos de

fontes incertas, tantas noites sem dormir...

Existiam os amontoados de sonhos que me faziam

redupiar, e viver numa loucura sem fim, até ao

limite sem medos, sem maiores inquietações.

Por estes dias tenho sentido a falta do Mar,

do cheiro, das ondas do vai-e-vem, onde as minhas

palavras ressuscitam, e os meus dedos pintam de cores

doces  e cheirosas, as páginas brancas do meu caderninho

sempre branco e muito imaculado, verdade....

Fixo o meu olhar no infinito e ainda não o vi,

quero perder-me por lá, quero adiar o meu regresso

porque tudo aqui é cansaço e por vezes não o controlo.

Cada vez mais forte do que eu , vou lutando, contra.

Regresso repentinamente, envolvida em gritos, sorrisos

disputas e um abraço meigo e quente.Um sopro doce na

minha face, a esperança, o futuro e a vida.Crianças!

Espero assim um novo dia na minha agora, inquietude

no meu nervosismo, no Meu Tempo!

"Ensina-me o Caminho...Depois te Guardarei!"

Será assim Apolinário meu amigo?

Abraços

Madalena

(10/07/2008)

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Infantuna 

Naveguemos a Cantar

            

 
 
 

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Um Beijo

 

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Um Beijo

 
 
Se um malmequer apenas

Fosse maior que um beijo

Implorava aos Ceus um jardim.

Depois meu amor enviava-te
 
 a morada pelo vento...por essas
 
estradas  e  oceanos sem fim

E  dentro do meu e teu cansaço
 
da minha e tua angustia

Talvez pudesses lá passar...
 
E em cada malmequer
 
seria o beijo de cada manhã.
 
Uma manhã carregada de
 
aromas adocicados
 
Impossivel separar-me de ti
 
Por mais distânte que plane
 
Entre a névoa e o nada
 
onde te encontras, regressas
 
a este mundo onde pertenço
 
plantado na Esperança
 
de que é impossivel
 
perder o Beijo.
 
 
 
Madalena
 
(4/07/2008)
 
 
 
 
De todos as geografias
 
o meu caminho é o mais simples
 
  é o teu
 
quando o perfume do beijo
 
é o cúmplice do vento
 
como a cor do poema
 
abrigado no malmequer
 
 
infinito
 
da tua boca.
 
 
lua
 
 
 
(4/07/2008)
 
...as palavras que espero sempre...
 
 
 
 
malmequer - bemmequer andam de mãos enlaçadas,
 
 destinos de amor cruzado entre as margens....
 
entre as margens está o amor, porque sendo água nunca fica
 
parado e corre para desaguar no corpo -pele e fundir-se num beijo.
 
e este malmequer faz lembrar uma outra flor, chamada de margarida,
 
mais branca que o branco malmequer...
 
e dentro dos malmequeres há o malmequer - da- praia,
 
 o malmequer - da - china, o malmequer - dos - beijos ou brejos.,
 
 o malmequer - de - santa maria... tantas tonalidades de amor contidos
 
num malmequer e os beijos ainda serão talvez mais... este malmequer
 
"olho do dia" porque segue o movimento do sol,
 
também lhe chamam Maria-Mole... cada pétala se despetala é uma alma...
 
é um beijo caido...
 
 
...gostei muito porque é intenso  e belo como tudo o que escreves.
 
(4/07/2008)
 
 
*A primeira imagem , montagem
feita por mim , foi feita em homenagem
ao meu Tiago , o meu filho.
 
 
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Retalhos

 

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Retalhos

Somos feitos de retalhos.

Nós.

 Um Olhár.

São palavras, que atamos e desatamos

sempre.

As mãos aconchegam, amam, traem

e nos apaixonam...

Calem-se os versos por dentro

dos pensamentos.

Por vezes podemos ficar em

silêncio, eu fico tantas vezes,

não precisamos esgotar as palavras.

Temos outros sentidos

podemos libertá-los e assim

eles poderão converar entre eles.

Para quê ofender o Silêncio?

Deixo-me ficar...

Espero pelo dia que tarda

espero que uma tempestade

te traga, sei que resisto

entre as palavras e o cansaço.

O meu caminho são lagrimas

por onde ando descalça

por vezes até á exaustão

alucinante, por vezes caio

nas minhas lágrimas.

Um dia construo um rio

e vou conseguir renascer

em tudo o que faço.

Se pudesse gostaria de me cruzar

aqui num jardim e sentir o

Cheiro doce e profundo das

Camélias que belas são,

e as tulipas suaves  e doces

não esquecendo  as violetas,

os malmequeres e o rosmaninho.

Sejam Felizes!

Beijos

Madalena

(29/06/2008)

 

caminhei exaustivamente
 
por dentro do coração
 
juntei, pedaços, nada mais
 
retalhos, talvez,
 
do que um dia
 
fui.
 
semente, suspiro, raiz.
 
tentei chegar ao epicentro
 
onde se diz que o amor mora.
 
onde encontramos a razão da vida.
 
caminhei em busca do sentido
 
e do mistério.
 
 e ainda não consegui chegar.
 
ao lugar onde está o segredo.
 
 
lua
(30/06/2008)

Eclipse Imanente *

as palavras que me faltam sempre

as da minha amiga Lua!

Beijos

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Quando o Silêncio Doi

 

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Quando o Silêncio Doi
 
 
 
Resisto entre as palavras e o cansaço.
 
Percorro cada pedra do meu caminho
 
em Silêncio, com desespero tambem.
 
 Um grito calado do interior
 
das Serras e Vales que percorro ao longe
 
apenas com um breve e saudoso Olhár.
 
Rasgo todos os minutos mas nada acontece
 
no vazio da noite, no entre e no durante
 
uma insónia cheia de tormentos.
 
Que amordaçam os soluços da Saudade
 
Dormir Sim, quando todo o Silêncio
 
Doi...quando as vozes murmuram:
 
Tens de dormir, amanhã precisas
 
viver, correr, pular, sentir o sangue
 
ferver até ao delirio!!!
 
Abraço cada fonte da história que faço
 
todos os dias da minha vida... com Sorrisos
 
Por entre os beijos inocentes de flores e
 
perfumes que me adoçam  a minha essência.
 
Madalena
 
25/06/2008
 
 
Quando o silêncio dói gosto de procurar o teu colo,
 
sentir que me afagas as mágoas
 
e me embalas nos teus braços ternos.
 
Quando o silêncio dói deito-me no vazio das palavras,
 
enquanto passas a mão pelo meu cabelo
 
até eu fechar os olhos e me deixar dormir!
 
Quando o silêncio dói...
 
encontro-te do modo como mais preciso
 
para que me possa encontrar!
 
 
Tytta
 
 
(28/06/2008)
 
 
Gostei muito destas tuas palavras
 
e do teu Livro  de Poesias que já o tenho.
 
 
Patrícia Madeira, da Corpos Editora.
 
é maravilhoso!
 
 
 
 
 
Dormir, sim,
quando o silêncio
dói. Mas nunca
se dorme quando
o amor
é uma insónia. Ninguém
ama de olhos
fechados.
 
 
Albano Martins
 
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Trabalho do meu amigo e Artista Plástico
 
... 
 
Porque se tem falado muito em Pedófilia, e ainda
bem é preciso  fazer circular a informação.
Precisamos estár atentos, a este monstro que
nos atormenta, e nunca vacilar...
Denunciar Sempre!
 
 
Beijos e Obrigado*
 
Madalena
 

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Primavera

 

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Primavera

 

O Sol brilha na minha cidade, vou calcorreando pelas

calçadas, vejo as Praças e os jardins que vicejam

flores formosas, ora são rosas, delicadas camélias

os malmequeres singelos...são tantas!!!...

Perdem-se pelos confins, amarel