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Meu e Teu Tempo"O importante não é o que fazem de nós, mas o que nós próprios fazemos daquilo que fazem de nós"
Caminho
O Caminho
Quando tudo nos parece nada Percorremos outra vez o caminho... Sigo o caminho das tuas pegadas Encontro-me novamente perdida, despida de esperanças, carregada de tristezas, o medo abraça-me. Deslizo sobre o papel deste caderno imaculadamente branco E é neste mundo de histórias fabulosas de ilusões que escrevo as palavras em frases cheias de nada... Encontro vontades de gritos envoltos de uma magia eterna. Sinto o silêncio suave, percorro sozinha o deserto da minha solidão. Ao infinito, para lá do mar, do céu vou buscar a eternidade que abraçará o tempo e ficará suspenso só para mim. Quero um mundo dos sonhos, um lugar de magia, onde não existe o dia, nem a noite, apenas a fantasia, o encantamento. Um jardim imenso onde as camélias me beijam os malmequeres me abraçam, as rosas e o rosmaninho lançam o seu perfume só para mim. Hoje vou abraçar a lua com um sorriso franco! Hoje quero encontrar pedaços de mim, continuar a minha caminhada não vou ficár à espera do Tempo. Madalena (9/05/2008)
Tu, que me entendes,
que esvoaças
no Céu dos Poemas,
por entre as galáxias
de uma moldura celeste...
És a linguagem da vida,
o calor de uma alegria,
o diamante da Amizade...
Agasalhaste-me
com as tuas palavras,
mas a Deusa da Poesia
és tu
Troco chapéus de rosas
por um verso do teu poema!
Kastru que beleza!!!
(13/05/2008)
*gráficaLadyA do Meu e Teu Tempo
Anoitecer
Anoitecer
Por dentro do anoitecer encontro os restos do meu abrigo. Abro um pouco a janela em direcção aos teus olhos, sinto Saudade. A lua abraça-me quer reconfortar-me, sinto a sua força, mas chora as lágrimas dos amores distantes... Lágrimas que ninguém entende. Pelas fomes da rouquidão. É um verso que não esqueço este da Saudade, que respira dôr. Esta dôr lenta, que conta os segundos sinto-me cansada, pareço perdida, em stand bay, a aguardar o próximo comboio no meio da multidão. Volto-me de novo por entre silêncios, em busca de pisadas sólidas dos sonhos. Adormeço tranquila sinto já o cheiro da Primavera Eterna e das flores que me rodeiam, para lá do horizonte encontro o Céu, o Mar e a luz.
Madalena 1/05/2008
...dentro da noite pressinto
aves nocturnas a rasgar o silêncio
esvoaçam dentro da pele
navegam os olhos
faróis acesos a dissipar nevoeiro
dentro da noite pressinto
uma luz, lanterna de sonhos
onde procuro a eternidade
das tuas mãos.
lua
Eclipse Imanente
3/05/2008 gráficaLadyA do Meu e Teu Tempo Abrigo
Para lá de tudo o que é passado sei que haverá um futuro... Nada mais verdadeiro que o nada. É de onde vêm todas as coisas. Para onde depois regressam apressadas. ...por onde as esperas me servirão de abrigo. Porque as cortinas se deixaram cair em lágrimas em torno de nossos corpos... Porque em cada esquina da minha cidade há sempre uma palavra para me surpreender. Porque existem as nossas mãos e o nosso abraço em torno de nós... Sem saber como, adormece.Nunca sabe*PedroPaixão como.Sabe-se apenas que os anjos dançam no céu, mesmo por cima das nuvens. Sabe-se apenas que amanhã é o nosso Eterno Destino.
Madalena
25/04/08 Prémio come miglior blog della settimana. Top 5
27/04/2008 ...molto piacere che ti consegno l’haward della Top 3 Graz Liu Jo Vinci Grazie e un bacio a tutto lo staff (Top 5 e Top 3) Un Sorriso Madalena
28/04/2008
Grazie por este prémio!!!
Lo staff
Directory-I 7 Vizi Capitali
Cada Silêncio
Cada silênco rasgo por entre vários caminhos Parecem-me cortinas cerradas Tudo perdido nas palavras em corrente de tanto me calar nesta angustia que não me larga Fujo por entre os sopros de todas as palavras que contam histórias Pareço uma velha. Cansada Sem futuro Porque me aturo assim nos tempos??? Se dentro de mim tudo é sombra e tambem luz, qual o valor das pedras da calçada do caminho da minha cidade???
Madalena
Rasgas caminhos ...
Com a tua força e coragem.
Caminhos sem luz, às vezes,
Mas que a tua alma sempre ilumina !!!
Liz
atravesso a chuva inquieta deste Abril
e a memória doi-me...
há silêncios que me poisam nas mãos
gestos cansados,palavras pesadas
Abril
tropeça na calçada da cidade
e o vento empurra-me o olhar
para tanta sombra, tanta saudade!
Lua
Eclipse Imanente
* Grito Saudade
Grito Saudade
Quando as palavras são silêncio...
Grito saudade
e neste tempo devagar resisto
a olhar a realidade
O teu olhar profundo trespassa a minha alma
que chora por entre cortinas
até esconder a lua
Cansada de vazio, perde as asas, entrega-as
às sombras da noite e já não visita a ilusão do sonho
dos mundos de fantasia em que eu era a princesa,
em que o Céu beija a Terra
onde a primavera é sempre eterna...
Quando os sonhos são as pontas dos teus dedos
calmos na minha pele e no avesso dos meus segredos
quando és o momento eterno na efemeridade de um beijo
louco e curto, como o desejo
vem o queixume, a rendição
morrem as palavras que não sei dizer
como os pássaros num céu sem verão
Então, o tempo pára entre cada segundo
e eu repenso o mar,
enquanto deixo o lamento passar...
Grito SAUDADE!!!
Enroscada no sabor morno, na ansiedade de te amar
deixo a realidade passar
e sigo um horizonte de sonho...
Madalena
Foto: Dragonfly - Olhares.com
Obrigado ao Rascunhos & Sentimentos!
Hoje gostaria que me vsitasse aqui neste sitio ficaria muito content
14/04/2008 La directory The Sound of Soul è lieta di consegnarti l'award TOP WINGS OF SOUL
per l'incredibile poesia che si respira nel tuo mondo
complimenti!
Sei
Sei que um dia na calçada de Pedras e Lágrimas os meus passos se calarão, enquanto perdida no meio da multidão. A Calçada de Pedras e Lágrimas nunca mais me seguirá os sonhos. Um dia minha respiraçao será apenas uma tontura passada quando minha alma sentir Saudades...abraçarei a lua. Um dia as palavras se calarão e só nos silêncios se ouvirão palavras. No leito do rio da minha cidade as minhas Lágrimas vão ficar tranquilas, porque cada uma delas, na minha angustia e solidão vou recolher esperançosa de um dia construir um belo rio, onde veja nas suas águas o rosto da felicidade.
Madalena Na Minha Rua...
Na minha rua caminho sobre pedras e lágrimas Sinto reflexos do rio que por aqui passa... Embrulhados nos meus versos, palavras que me passam lentamente na minha alma Sinto que vou perdendo o desafio, Pelo caminho de Pedras e lágrimas da minha rua , por entre os meus pesadelos, canto mais alto a minha tristeza, a minha fome. Mas, depois volto a perde-los... Pela rua onde caminho sinto as pedras e as lágrimas O meu peito sente um aperto, aquela dôr que me faz morrer Á procura de todas as saudades Que só por si deixam de o ser Pelo caminho lá vou eu, das pedras e das lágrimas Vou de mansinho, em silêncio, sem fazer barulho E assim, só assim ...aguento o meu longo caminho!
Madalena Sonhos
Sei o instante em que te vi chegar O instante em que te vi partir E na tua ausência te sentia perto Vi-te caminhar para o longe Ás vezes não sei o que fazer com a tua ausência... Rasgo-me de dôr... O tempo pára entre cada segundo, para me recordar que tenho de senti-lo passar... Cansada minha alma, perde as asas, entrega-as, devolve-as, para não mais visitar as ilusões do meu sonho. E sonha sempre quem sonha sem saber o que é o sonho. Pois que lado a lado Andam o sonho e o sentimento de mãos dadas numa rua Sem nome, numa terra que não é minha e sem destino que finde. É nesse mar de sonho não sonhados ...eis que me aventuro! Madalena gráficaLadyA do Meu e Teu Tempo /Madalena
Perguntei por ti ao vento
Perguntei por ti, ao vento...
Não sei ...
Se um desejo
Se uma quimera...
Um sopro suave
sussurando
ou um beijo doce
de uma Primavera
me terá despertado
perguntei por ti ao vento
Confiante no seu saber
...
Uma gota desliza
suavemente, numa doce calma. Quis enxugá-la e não consegui. Afinal… como se limpam as lágrimas da alma? Eu não sei...
Madalena
Tears of the soul are drops that light the world.
Os rasgos da alma são as gotas que iluminam o mundo.
Stephen Craig Rowe
Memórias...
Lembro-me de todas as ruas da minha infância…
Quando ando perdida
Que reencontro nas franjas da memória.
E da chuva dessa perdida infância…
Parece que tinha mais pingos para eu contar…
Lembro-me das minhas Páscoas em criança...
Vem-me há memória
Umas meias brancas de renda até ao joelho
Sapatos novos de verniz pretos e uma saia ao xadrez.
Dois lacinhos de veludo para o cabelos a combinar.
Gotinhas turvam o meu olhar...
Estes pedacinhos de meu rio, têm um
Sentido especial
Lágrimas não as consigo evitar, deixo livremente
rolar por entre algumas rugas do meu rosto
São rugas de viver, rugas de sofrer, rugas de sentir
começo a sentir as primeiras rugas...
Contidas com tantas emoções, entre ternura e alegrias.
Memórias de Páscoas felizes!
Madalena
Te Deum
Altas colunas de fé
Preces petrificadas Arcos lançados para a Ausência Os nossos cantos vão esbarrar nas abóbadas solenes Bombardeiam o espaço para abrirem um caminho Estoiram e disparam com mais estrondo que a metralha Mas os nossos lamentos não chegarão bastante alto A nossa alegria não gritará bastante forte Ele não reside no mais longínquo do longínquo Mas num interior surdo Esse profundo nada que é toda a minha vida E todos os gritos da noite não formarão um canto Todas as vozes juntas não serão uma voz O homem aqui é maior do que os seus gestos É preciso surpreender o tempo num murmúrio Robert Bréchom (1920)
Este prémio muito importante para mim, pelo seu significado de amizade recebi da @LadyA@ que gosto muito pela sua beleza, compreensão e pelo seu trabalho na grafica.. Francesca, pela sua doçura Ely, pela sua simpatia Ana, pelos sorrisos Liz, é uma liçao de vida Céu, que adoro Leila, pela partilha luluasol... e muitos mais...obrigado pela amizade. Madalena
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